➿ Portugal, Hoje - O Medo de Existir Free ➶ Author José Gil – Shiningweb.info

Portugal, Hoje - O Medo de Existir Acho que devia ser de leitura obrigat ria Assustadoramente actual. Right Ah e tal isto est negro as influ ncias Salazaristas que propelaram diferentes medos, a inveja e o queixume, a nossa n o defini o e a recorrente pequenez e agora a globaliza o que esmaga a ac o criativa Por isso temos que agir e tarara yawn Isto enleado num tipo de escrita um tanto ou quanto pretensiosa deve ser da influ ncia franc fona do senhor , cheia de artif cios que a meu ver s enevoavam mais a mensagem qual mesmo que se queria fazer passar isto nos entretantos Right Ah e tal isto est negro as influ ncias Salazaristas que propelaram diferentes medos, a inveja e o queixume, a nossa n o defini o e a recorrente pequenez e agora a globaliza o que esmaga a ac o criativa Por isso temos que agir e tarara yawn Isto enleado num tipo de escrita um tanto ou quanto pretensiosa deve ser da influ ncia franc fona do senhor , cheia de artif cios que a meu ver s enevoavam mais a mensagem qual mesmo que se queria fazer passar isto nos entretantos do permanente nevoeiro em que ainda vivemos, uma fumarada portanto verdade que ainda fui presenteado com umas quantas brechas de luz, mas n o consegui sacudir a ideia de que n o eram exclusivas aqui ao nosso Portugal l se vai parte do prop sito de se ler um livro com este t tulo Jos , fica para a pr xima Esta Nova Edi O Acrescenta Ao Texto De Portugal, Hoje O Medo De Existir Um Coment Rio Em Que Jos Gil Analisa A Evolu O Recente Do Pa S E As Cr Ticas Que O Seu Livro Recebeu Seguem Se Algumas Das Principais Entrevistas Que O Autor Deu A Prop Sito De Portugal, Hoje O livro Portugal,Hoje, O Medo de Existir , que acabei agora de ler foi uma desilus o Pareceu me atabalhoado com v rias afirma es sobre a natureza de Portugal ou de parte dele n o sustentadas em nenhum estudo cient fico e quase sempre negativas Por outro lado, muitas das reflex es, segundo o autor, careceriam de maior aprofundamento o que n o feito, sem que se entenda porqu.Muito francamente acho que os males que, na perspectiva de Jos Gil, alegadamente sofremos s o muito dos seus pr pr O livro Portugal,Hoje, O Medo de Existir , que acabei agora de ler foi uma desilus o Pareceu me atabalhoado com v rias afirma es sobre a natureza de Portugal ou de parte dele n o sustentadas em nenhum estudo cient fico e quase sempre negativas Por outro lado, muitas das reflex es, segundo o autor, careceriam de maior aprofundamento o que n o feito, sem que se entenda porqu.Muito francamente acho que os males que, na perspectiva de Jos Gil, alegadamente sofremos s o muito dos seus pr prios problemas Com efeito o livro pareceu me demasiado superficial e com pouco trabalho Curiosamente estes dois aspectos s o precisamente segundo Jos Gil dois dos nossos grandes problemas Enfim, usando a pr pria terminologia do autor, o livro parece me uma enorme n o inscri o Finalmente nas Notas Finais o autor reconhece que o t tulo que escolheu para o seu livro afinal enganoso De facto segundo Jos Gil, o livro s trata de um dois aspectos mas ser apenas um ou ser o realmente dois da vasta entidade que o Pa s Isto uma afirma o espantosa por parte dum cientista Eu gostava mais de ver os nossos pensadores apontarem solu es em concreto para os tremendos males que o Pa s, nas suas pticas, sofre, ao inv s de se deliciarem a expor esses mesmo males Acho mesmo que essa uma responsabilidade c vica sobretudo de todos os que se dedicam an lise cient fica do Pa s seja qual for o seu dominio de actividade Sociologia, Filosofia, Pol tica, Economia, etcA mera descri o dos problemas, ainda que muito exacta, n o suficiente e revela por vezes cobardia intelectual na assump o das medidas de interven o social e pol tica,sempre controversas e n o isentas de critica Este livro devia ser leitura obrigat ria no ensino secund rio. Este foi um dos livros mais pretensiosos que j li na minha vidaO t tulo d a entender que o livro seria uma tentativa de explicar a maneira de ser do portugu s hoje em dia na realidade, isto tem a ver com os primeiros anos do s culo XXI e como, de certa forma, temos medo de existir No entanto, certas ideias foram expostas, mas n o vi grandes teorias formadas Foi sempre volta do mesmo Salazar isto, Salazar aquilo No fim, era praticamente uma cr tica a Santana Lopes e vida pol tica Este foi um dos livros mais pretensiosos que j li na minha vidaO t tulo d a entender que o livro seria uma tentativa de explicar a maneira de ser do portugu s hoje em dia na realidade, isto tem a ver com os primeiros anos do s culo XXI e como, de certa forma, temos medo de existir No entanto, certas ideias foram expostas, mas n o vi grandes teorias formadas Foi sempre volta do mesmo Salazar isto, Salazar aquilo No fim, era praticamente uma cr tica a Santana Lopes e vida pol tica desse tempo, isto , j nem se falava do pa s em si, apenas sobre a pol tica Portanto, n o vi conclus o nenhuma N o estou a dizer que h respostas ideias certas relativamente a este tipo de temas, mas, se o autor queria mostrar uma teoria sua acerca do nosso medo de existir , porque que eu sinto que isso n o aconteceu Pareceu me ser apenas uma maneira de mostrar que escreve muito bem e, por muito bem , quero dizer de forma confusa e, mais uma vez, pretensiosa e de falar somente de pol tica num livro que, devido ao tema, deveria abordar mais campos para al m do da pol tica.Nem tudo mau, claro Como disse, de facto, s o apresentadas certas ideias Grande parte delas s o muito interessantes, fazem sentido e fazem pensar Realmente, faz sentido dizer que Salazar e a sua ditadura contribu ram para o medo de existir que os portugueses t m hoje, at porque estamos a falar de um passado recente Mas tamb m h outras ideias que ou s o muito repetitivas ele repete se muito ou isso foi s impress o minha ou apenas servem para mostrar o qu o pretensioso ele Juro que n o gostei nada quando ele escreveu isto algu m j ouviu dizer que a leitura de Saramago influenciou a sua vida Isto apareceu depois de ele ter dito que noutros pa ses um escritor pode ter um real impacto na colectividade , mas, pelos vistos, ele acha que escritores como Saramago n o fizeram tal coisa N o sei para que serve o Nobel e a exist ncia do Pr mio Jos Saramago e da Funda o desse mesmo escritor, ent o Devo ser tolinha ou muito ing nua.Foi lido para uma das minhas cadeiras da minha licenciatura Tenho que escrever uma recens o cr tica sobre ele melhor ter um pouco de chocolate ao meu lado, pois vou estar sempre amarga enquanto estiver a escrever sobre este livro Portugal, Hoje O Medo de Existir, uma obra que desconhecia e que me foi aqui apresentada neste nosso cantinho livriano pela mui estimada colega livriana Lisa.Escrito pelo fil sofo Jos Gil, tido como um dos 25 grandes pensadores mundiais da actualidade, logo e obrigatoriamente uma figura ou um intelectual de relevo da nossa cultura.O autor neste livro procura analisar a alma lusitana e toda a actual e antiga conjuntura que levaram o nosso pa s e as nossas gentes ao actual e miser vel estado d Portugal, Hoje O Medo de Existir, uma obra que desconhecia e que me foi aqui apresentada neste nosso cantinho livriano pela mui estimada colega livriana Lisa.Escrito pelo fil sofo Jos Gil, tido como um dos 25 grandes pensadores mundiais da actualidade, logo e obrigatoriamente uma figura ou um intelectual de relevo da nossa cultura.O autor neste livro procura analisar a alma lusitana e toda a actual e antiga conjuntura que levaram o nosso pa s e as nossas gentes ao actual e miser vel estado de pessimismo em que o pa s est atolado para n o dizer outra coisa Uma an lise tamb m ela extremamente pessimista que ressalva apenas os tra os mais negativos da nossa forma de ser e da forma como a democracia foi erigida e mantida.Embora Jos Gil tenha dificuldade em classificar o g nero deste livro, classificando o mesmo como indefinido , eu n o tenho quaisquer d vidas em o classificar como um Ensaio, porque simplesmente este um Ensaio ou, na pior das hip teses, uma esp cie de Ensaio sobre os males e os v cios que dominam os portugueses, a sua heran a cultural e a forma como essa heran a foi aproveitada e consagrada pelo regime salazarista, e s o precisamente estes dois ltimos pontos que, quanto a mim, destroem toda a abordagem de Jos Gil Mas vamos por partes Jos Gil desde o in cio refere as m s caracter sticas dos portugueses e a forma como se identifica essa forma de ser irrespons vel invejoso dado in rcia medroso, quase cobarde sem motiva o e auto estima resistente lei com a mania que chico esperto , levando essa faceta directa e indirectamente corrup o.Correcto, digo eu e dir o muitos, no entanto e tendo o cuidado de analisar o livro como um todo, no final do mesmo constatei que o discurso de Gil assenta essencialmente apenas e s nisso, num desenvolver de caracter sticas t o conhecidas, sem contudo dar qualquer tipo de respostas nem apresentar alternativas para que seja poss vel uma mudan a Esta a minha maior cr tica O que o autor faz essencialmente o seguinte os portugueses s o uns pregui osos, n o fazem nenhum, s o uns despreocupados, est o se a borrifar para os outros, etc E porqu que os portugueses s o assim Ah coisa e tal, salazarismo pr qui, salazarismo pr li Ou seja, ele n o d nenhuma explica o plaus vel.A nica tentativa de explica o e por acaso essa tentativa desapontou me muito, dada mediante uma excessiva colagem do Portugal de hoje ao Portugal de 1974 acabado de sair da ditadura, afirmando vezes sem conta ou deixando perceber claramente que nada mudou desde esses tempos, nada se inscreveu , que inclusive os portugueses continuam a viver com um medo herdado do salazarismoN o concordo Discordo em absoluto N o querendo entrar aqui em disserta es ou em discursos que contraponham o que Jos Gil escreve, penso que e ao contr rio do que ele afirma, os portugueses n o s o como s o devido aos 45 anos de ditadura, pese embora que tamb m tenham tido influ ncia Ele passa praticamente todo o livro a bater na mesma tecla , a sublinhar o papel negativo do regime salazarista como principal e nico culpado deste actual estado de coisas N o concordo Admito que ainda existem muitos v cios que sobreviveram desse regime, mas n o concordo que os portugueses s o amorfos, medrosos, cobardes, invejosos e irrespons veis devido apenas a esse regime Hist rico e Gil esqueceu se de analisar a Hist ria, n o faltam relatos desses comportamentos fatalistas, invejosos, brejeiros, chico esperto em v rios dos nossos escritores do s c XVIII e XIX Cam es narra um pouco desses comportamentos no Lus adas e as obras de E a e Camilo s o tamb m um ptimo mostru rio.Salazar de facto aproveitou essas caracter sticas para implantar o medo e a repress o, mas e passados mais de 30 anos da Revolu o dos Cravos, n s n o somos como somos devido apenas a esse regime, n s sempre fomos assim C lebre a frase de J lio C sar no ano 100 A.C quando dizia nos confins da pen nsula existe um povo lusitanos que n o se governa nem se deixa governar Ele refere tamb m e n o s o poucas as vezes que o faz, das n o inscri es em Portugal Tudo constantemente adiado verdade, pelo menos o do constantemente adiado, o de deixar andar, no entanto e no contexto onde ele coloca a express o inscri o , para mim aberrante essa an lise.Ser que em mais de 30 anos de democracia nada mudou Obviamente que essa democracia foi mal constru da, an lise que Gil efectua, tocando nalgumas feridas, mas que diabo, estamos nas mesmas condi es que est vamos em 1974 Nada mudou Penso que bem ou mal, muita coisa se fez nesse pa s que merece ficar inscrito na nossa sociedade e na nossa Hist ria, mesmo afirmando ele que Portugal conhece uma democracia com baixo grau de cidadania e liberdade , afirma o essa que deriva, mais uma vez de uma atribui o de culpas ao antigo regime, eu questiono Mas isso s acontece em Portugal Esse alheamento da vida pol tica, esse afastamento s se verifica em Portugal Nos outros pa ses tamb m n o se verifica o mesmo E o mais decepcionante que Jos Gil faz essas declara es, mas nunca efectua nenhuma an lise profunda do porqu , dos factores e raz es que levaram a esse alheamento e afastamento Jos Gil vai assim colocando tudo numa condi o extremamente pessimista Embora concorde com parte dessas constata es, n o concordo com maior parte delas, sobretudo o modo alarmista como ele as coloca e por serem meras constata es.Considero de facto que ele tem raz o em muitas criticas que efectua, no entanto ele coloca as coisas como incontorn veis, como se fosse imposs vel a altera o dessas situa es Mas n o ser leg timo exigir mais a um pensador desta craveira do que constata es t o simplistas Para al m de tudo o que refiro atr s, ele entra em profundas contradi es, pois c lere a criticar o povo pela n o inscri o e ele, com este livro, faz exactamente isso queixa se, queixa se , demonstrando tamb m ser um mau conhecedor da Hist ria Universal dos povos e com pouca vis o e perspectiva do futuro.Por outro lado e ligado ao que afirmei no par grafo atr s, arrepiante a forma como ele se esquece de analisar e de incluir a nossa Hist ria, afirmando mesmo sermos um povo saudosista mas com poucas refer ncias ou lembran as da Hist ria, algo que ele pr prio demonstra no livro, pois para ele existe uma massa de gentes encravada num pequeno territ rio beira de um precip cio.Portugal apenas isso N o teria ele arranjado melhor explica o praticamente n o d nenhuma para a nossa forma de ser, se, por exemplo se desse ao trabalho de analisar os Descobrimentos e o facto de ter sido Portugal uma pot ncia europeia e mundial durante s culos Em suma Jos Gil efectua uma an lise ao n o desenvolvimento democr tico, social, mental e cultural do pa s e das fracas capacidades dos portugueses.No entanto uma an lise vazia, sem conte do, pouco ou nada profunda, pessimista, onde ele se limita ao simples desfilar de defeitos sem nunca evidenciar as virtudes e onde jamais apresenta solu es ou alternativas Ca assim ele pr prio em contradi o com as cr ticas que realiza, pois parece tomar a atitude de um iluminado, quando e depois de tudo exprimido, este livro extremamente populista, acabando assim por ele pr prio se inscrever num grupo que poderemos denominar de Vencidos da Vida a frase n o minha , grupo esse que me recuso a pertencer.Conceitos abstractos, n o explicados e por vezes demasiados densos, acabam por dominar grande parte do livro, tornando o de ora f cil, ora de dif cil leitura, caindo tamb m em blocos extremamente fil sofos e de sentido d bio.A mim decepcionou me porque estava espera de uma an lise mais cuidada de algu m t o respeitado e tido em todo o mundo, uma an lise s raz es hist ricas e sociais que levaram os portugueses a serem realmente um povo t o amorfo no entanto recomendo, porque Jos Gil foca alguns dos nossos problemas e defeitos, o que para muitos pode ser um despertar proveitoso para esses mesmos problemas e defeitos, talvez uma tomada de consci ncia ou um inteirar dos reais problemas deste pa s Uma estuporiza o colectiva permanente e um burgessismo que se nos cola pele s o alguns dos atributos que Gil reconhece nos portugueses Ser que tem raz o Eu preferia acreditar que n o, mas infelizmente acho que tenho de concordar com o autor, n o obstante o facto de todas as generaliza es valerem o que valem Por muito que me custe, a verdade que se calhar somos mesmo um pa s adiado, um pa s que deixa tudo a meio, um pa s que tem medo de existir Falta deixarmo nos de nos resignarmos Uma estuporiza o colectiva permanente e um burgessismo que se nos cola pele s o alguns dos atributos que Gil reconhece nos portugueses Ser que tem raz o Eu preferia acreditar que n o, mas infelizmente acho que tenho de concordar com o autor, n o obstante o facto de todas as generaliza es valerem o que valem Por muito que me custe, a verdade que se calhar somos mesmo um pa s adiado, um pa s que deixa tudo a meio, um pa s que tem medo de existir Falta deixarmo nos de nos resignarmos ou seja, de aceitarmos os males do mundo, j que resultam de um poder que nos ultrapassa Falta nos tamb m aprender a incorporar em n s a nossa mem ria hist rica e o mundo que nos rodeia, para sermos melhores.O autor claramente anti direita o que, por um lado, pode fragilizar o livro Por exemplo, no ltimo cap tulo, n o sei se as cr ticas e ataques a Santana Lopes fazem muito sentido Assim, uma an lise filos fica e psicol gia sociedade portuguesa de princ pios do s culo XXI que poderia tornar se num dos livros portugueses mais importantes deste mesmo s culo, nessa rea , acaba por tornar se num livro muito demasiado contextualizado por acontecimentos que daqui a 50 anos estar o praticamente esquecidos e que n o tiveram tanta import ncia quanto isso.Julgo mesmo que o livro um pouco inconstante e, embora concorde com grande parte do que ali dito, de algumas ideias discordo Penso tamb m que Jos Gil se esquece de factos que n o deixam de ser importantes se se quiser fazer uma reflex o cabal sobre a psicologia colectiva de Portugal como por exemplo a precoce forma o de uma identidade nacional e o facto de ser uma na o que existe h mais de 850 anos e ainda andarmos por c diga o que se disser, no fundo, ningu m quereria ser espanhol por melhor que se viva naquele pa s.Quanto maneira de escrever do autor, parece me que a linguagem utilizada um pouco prolixa e densa principalmente nos primeiros cap tulos e excessivamnete filos fica, o que acaba por enfadar um bocado Dei por mim a ler e a reler a mesma frase para perceber bem o que que Jos Gil pretendia dizer Acho que uma linguagem mais prosaica e mais intelig vel para o comum dos leitores n o fazia mal nenhum ao livroO que n o consegui foi perceber se afinal isto um ensaio, uma an lise sociol gica, um tratado de psicologia colectiva ou um pouco de todos E n o sei se encontrei mais respostas que perguntas ao ler este livro que, bem lidas as coisas, n o deixa de ser interessante 4,5 Very good written It is possible that the book becomes boring in some situations, always surrounding same topic, the no entry.The fact that in this edition exist different interviews with the author, allows clarifying many of the points raised in the book and understand the author s purpose in writing it In my case, the existence of these interviews helped to improve a lot my idea about the book.Very good review of the smallness of the Portuguese mentality and how, in general, contents with t Very good written It is possible that the book becomes boring in some situations, always surrounding same topic, the no entry.The fact that in this edition exist different interviews with the author, allows clarifying many of the points raised in the book and understand the author s purpose in writing it In my case, the existence of these interviews helped to improve a lot my idea about the book.Very good review of the smallness of the Portuguese mentality and how, in general, contents with that.I truly advise it

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